Comecemos por apresentar os factos:
Então, o que é exatamente a IoT? Como é que as empresas beneficiam da utilização destes dispositivos? Quais os desafios de cibersegurança a que devemos estar atentos? Vamos analisar estas questões e compreender verdadeiramente por que motivo a IoT é uma parte inegável do nosso futuro.
A Internet of Things – termo cunhado em 1999 pelo pioneiro tecnológico britânico Kevin Ashton – é uma rede de dispositivos e objetos físicos interligados que podem comunicar e trocar dados entre si através da Internet. Literalmente, significa integrar as nossas “coisas” com a Internet, de modo a podermos controlá-las à distância através do nosso smartphone, tablet ou computador.
Estes dispositivos inteligentes estão presentes não só na nossa vida quotidiana, mas também no funcionamento das empresas. Eis alguns dos exemplos mais comuns de aplicações IoT:
A pergunta que se impõe é: por que motivo os dispositivos IoT contribuem para aumentar a produtividade das empresas?
Não é surpreendente, portanto, que as empresas estejam a investir cada vez mais na tecnologia IoT - até 2030, espera-se que o volume total de dispositivos IoT empresariais atinja os 18 mil milhões. De acordo com a International Data Corporation (IDC), as áreas que atualmente mais investem na IoT são a indústria transformadora, os serviços profissionais, os serviços públicos e o retalho.
Os dispositivos IoT não estão apenas a crescer em número, mas também em qualidade. De acordo com Vítor Santos, especialista em desenvolvimento de software da act digital, tem-se verificado (e continuará a verificar-se) “uma melhoria dos microprocessadores, assim como o desenvolvimento de novos e mais rápidos”. “Além disso”, acrescenta, “existem novos Single-Board Computers (SBC) com processadores e componentes que possibilitam o avanço de projetos de recolha de dados, integração de sensores e uma melhor conectividade”.
Para o Vítor, os benefícios da IoT para as empresas são inegáveis. “Com a implementação da IoT, é possível avaliar e analisar processos específicos relacionados com o desempenho da produção em momentos diferentes”, explica. “Um bom exemplo disso é a aplicação da IoT na indústria agrícola para avaliar a qualidade do solo, da água, entre outros fatores. O uso é tão expansivo que pode ser empregado em diversos setores, incluindo a segurança, como forma de monitorização e rastreamento”.
No entanto, o nosso developer acredita que um dos maiores desafios atuais, no que diz respeito aos dispositivos IoT, é precisamente a falta de compreensão de vantagens como estas. “Há falta de informação sobre os benefícios que a IoT pode proporcionar às empresas, uma vez que muitas delas desconhecem esta ferramenta”, afirma Vítor, acrescentando mais alguns desafios: “Há também a necessidade de mão de obra especializada (que não é fácil de encontrar), o facto de muitos projetos necessitarem de prototipagem, e problemas de conetividade em áreas remotas, tornando o processo de desenvolvimento significativamente mais demorado, devido a todo o planeamento inicial”.
Por fim, um dos desafios mais prementes está relacionado com a cibersegurança. “É algo que requer investimentos significativos devido às muitas ameaças como hacking, controlo de dispositivos e infeção por malware”, salienta Vítor. É exatamente isso que vamos abordar de seguida: os detalhes deste desafio em particular, com a ajuda de outros especialistas talentosos da act digital.
Acabámos de constatar que um dos principais desafios da tecnologia IoT está relacionado com a cibersegurança. Cada um destes complexos dispositivos é, na realidade, uma porta de entrada para ciberatacantes, pelo que o número de ameaças e ciberataques tem vindo a crescer proporcionalmente ao número de IoT existentes. De acordo com a plataforma Statista, houve mais de 112 milhões de ciberataques a IoT em todo o mundo apenas em 2022, um número substancial dado que em 2021 houve 60 milhões de ataques e, em 2018, 32 milhões.
Além disso, considerando que cerca de 10 milhões de novos dispositivos IoT são adicionados à rede todos os dias, e que 57% dos objetos corporativos conectados são vulneráveis a ataques, é crucial que as empresas invistam numa estratégia de segurança IoT robusta.
Antes de mais, quais são as principais ameaças e desafios de cibersegurança associados aos dispositivos IoT? A equipa de cibersegurança da act digital identifica os seguintes:
Vamos agora à parte boa: o que podem as empresas efetivamente fazer para garantir que os seus dispositivos IoT e a sua segurança global estão cobertos? A nossa equipa de cibersegurança recomenda várias ações relevantes:
Por falar em testes de penetração (ou pentesting), este é um dos serviços de cibersegurança mais relevantes que a act digital presta para proteger os seus dispositivos IoT. Um dos nossos especialistas em cibersegurança explica como funciona: “Nos Testes de Penetração IoT, simulamos ataques reais ao dispositivo, aos seus protocolos de comunicação, aos serviços de back-end e a quaisquer aplicações associadas. Os atacantes podem tentar intercetar transmissões de dados, manipular as funcionalidades do dispositivo ou violar a rede associada”, esclarece. O objetivo é identificar as vulnerabilidades que precisam de ser resolvidas.
O nosso especialista em cibersegurança garante ainda que a equipa de pentesting recorre às mais recentes tecnologias e técnicas para realizar este serviço. “Temos à disposição as ferramentas mais recentes – como o Proxmark, ou o Flipper Zero - e realizamos vários projetos de investigação e desenvolvimento, através dos quais encontramos vulnerabilidades e as comunicamos. Também contribuímos ativamente para o repositório Proxmark RRG, para nos mantermos atualizados com as últimas novidades em segurança RFID, garantindo que as técnicas de pentesting que utilizamos são de ponta. Além disso, estas contribuições podem melhorar as capacidades da ferramenta, beneficiando a comunidade mais alargada da cibersegurança.”
Agora que sabe muito mais sobre a IoT, deve estar a questionar-se sobre os passos a dar para se juntar ao movimento. Eis o que aconselhamos:
Comecemos por apresentar os factos:
Então, o que é exatamente a IoT? Como é que as empresas beneficiam da utilização destes dispositivos? Quais os desafios de cibersegurança a que devemos estar atentos? Vamos analisar estas questões e compreender verdadeiramente por que motivo a IoT é uma parte inegável do nosso futuro.
A Internet of Things – termo cunhado em 1999 pelo pioneiro tecnológico britânico Kevin Ashton – é uma rede de dispositivos e objetos físicos interligados que podem comunicar e trocar dados entre si através da Internet. Literalmente, significa integrar as nossas “coisas” com a Internet, de modo a podermos controlá-las à distância através do nosso smartphone, tablet ou computador.
Estes dispositivos inteligentes estão presentes não só na nossa vida quotidiana, mas também no funcionamento das empresas. Eis alguns dos exemplos mais comuns de aplicações IoT:
A pergunta que se impõe é: por que motivo os dispositivos IoT contribuem para aumentar a produtividade das empresas?
Não é surpreendente, portanto, que as empresas estejam a investir cada vez mais na tecnologia IoT - até 2030, espera-se que o volume total de dispositivos IoT empresariais atinja os 18 mil milhões. De acordo com a International Data Corporation (IDC), as áreas que atualmente mais investem na IoT são a indústria transformadora, os serviços profissionais, os serviços públicos e o retalho.
Os dispositivos IoT não estão apenas a crescer em número, mas também em qualidade. De acordo com Vítor Santos, especialista em desenvolvimento de software da act digital, tem-se verificado (e continuará a verificar-se) “uma melhoria dos microprocessadores, assim como o desenvolvimento de novos e mais rápidos”. “Além disso”, acrescenta, “existem novos Single-Board Computers (SBC) com processadores e componentes que possibilitam o avanço de projetos de recolha de dados, integração de sensores e uma melhor conectividade”.
Para o Vítor, os benefícios da IoT para as empresas são inegáveis. “Com a implementação da IoT, é possível avaliar e analisar processos específicos relacionados com o desempenho da produção em momentos diferentes”, explica. “Um bom exemplo disso é a aplicação da IoT na indústria agrícola para avaliar a qualidade do solo, da água, entre outros fatores. O uso é tão expansivo que pode ser empregado em diversos setores, incluindo a segurança, como forma de monitorização e rastreamento”.
No entanto, o nosso developer acredita que um dos maiores desafios atuais, no que diz respeito aos dispositivos IoT, é precisamente a falta de compreensão de vantagens como estas. “Há falta de informação sobre os benefícios que a IoT pode proporcionar às empresas, uma vez que muitas delas desconhecem esta ferramenta”, afirma Vítor, acrescentando mais alguns desafios: “Há também a necessidade de mão de obra especializada (que não é fácil de encontrar), o facto de muitos projetos necessitarem de prototipagem, e problemas de conetividade em áreas remotas, tornando o processo de desenvolvimento significativamente mais demorado, devido a todo o planeamento inicial”.
Por fim, um dos desafios mais prementes está relacionado com a cibersegurança. “É algo que requer investimentos significativos devido às muitas ameaças como hacking, controlo de dispositivos e infeção por malware”, salienta Vítor. É exatamente isso que vamos abordar de seguida: os detalhes deste desafio em particular, com a ajuda de outros especialistas talentosos da act digital.
Acabámos de constatar que um dos principais desafios da tecnologia IoT está relacionado com a cibersegurança. Cada um destes complexos dispositivos é, na realidade, uma porta de entrada para ciberatacantes, pelo que o número de ameaças e ciberataques tem vindo a crescer proporcionalmente ao número de IoT existentes. De acordo com a plataforma Statista, houve mais de 112 milhões de ciberataques a IoT em todo o mundo apenas em 2022, um número substancial dado que em 2021 houve 60 milhões de ataques e, em 2018, 32 milhões.
Além disso, considerando que cerca de 10 milhões de novos dispositivos IoT são adicionados à rede todos os dias, e que 57% dos objetos corporativos conectados são vulneráveis a ataques, é crucial que as empresas invistam numa estratégia de segurança IoT robusta.
Antes de mais, quais são as principais ameaças e desafios de cibersegurança associados aos dispositivos IoT? A equipa de cibersegurança da act digital identifica os seguintes:
Vamos agora à parte boa: o que podem as empresas efetivamente fazer para garantir que os seus dispositivos IoT e a sua segurança global estão cobertos? A nossa equipa de cibersegurança recomenda várias ações relevantes:
Por falar em testes de penetração (ou pentesting), este é um dos serviços de cibersegurança mais relevantes que a act digital presta para proteger os seus dispositivos IoT. Um dos nossos especialistas em cibersegurança explica como funciona: “Nos Testes de Penetração IoT, simulamos ataques reais ao dispositivo, aos seus protocolos de comunicação, aos serviços de back-end e a quaisquer aplicações associadas. Os atacantes podem tentar intercetar transmissões de dados, manipular as funcionalidades do dispositivo ou violar a rede associada”, esclarece. O objetivo é identificar as vulnerabilidades que precisam de ser resolvidas.
O nosso especialista em cibersegurança garante ainda que a equipa de pentesting recorre às mais recentes tecnologias e técnicas para realizar este serviço. “Temos à disposição as ferramentas mais recentes – como o Proxmark, ou o Flipper Zero - e realizamos vários projetos de investigação e desenvolvimento, através dos quais encontramos vulnerabilidades e as comunicamos. Também contribuímos ativamente para o repositório Proxmark RRG, para nos mantermos atualizados com as últimas novidades em segurança RFID, garantindo que as técnicas de pentesting que utilizamos são de ponta. Além disso, estas contribuições podem melhorar as capacidades da ferramenta, beneficiando a comunidade mais alargada da cibersegurança.”
Agora que sabe muito mais sobre a IoT, deve estar a questionar-se sobre os passos a dar para se juntar ao movimento. Eis o que aconselhamos: