Olá, navegante de códigos!
Se você aqui chegou é porque, em algum momento, pesquisou ou foi redirecionado para algo relacionado com arquivos README.md.
Sem mais delongas, arquivos README existem desde os primórdios dos primeiros códigos escritos em compartilhamento. Não existe uma data precisa de quando isso surgiu, ou quem foi o primeiro programador a propor isso, mas o fato é que a existência desses arquivos surgiu justamente quando vários programadores interagiram sobre o mesmo código usando versionadores (Git / TortoiseSVN / outros).
Basicamente, a ideia de um arquivo README é fornecer ao usuário as informações básicas que ele precisa para ler, processar ou interagir com um determinado programa ou código fonte. Portanto, deve ser o primeiro arquivo que o usuário ou leitor daquele código fonte / produto deve se atentar.
Uma analogia bem comum e aceite é a comparação abaixo:
README > LEIA-ME PRIMEIRO > MANUAL DE INSTRUÇÕES
Cada plataforma ou produto geralmente tem um formato de arquivo próprio para tal. Na época do CD-ROM, esses arquivos geralmente possuíam a extensão “.txt”. Porém, com o passar do tempo e a crescente popularização das plataformas de versionamento de código (GitHub, GitLab, entre outras), a comunidade adotou a extensão “.md” como formato padrão.
Hoje, boa parte dos principais repositórios de códigos e também das páginas de fabricantes de software usam o formato “.md” combinado com markups de HTML, e essa combinação gera uma série de vantagens.
O uso de markups do HTML permite criar objetos interativos (animações, links, efeitos de texto, etc.).
Veja o exemplo abaixo:

Para aplicar este tipo de efeito, basta usar o trecho de código abaixo (modificando os atributos, obviamente 🙂):
Para visualizar o arquivo README completo, basta acessar o link:
Cada plataforma geralmente possui seu próprio mecanismo, porém para termos um ponto de partida, vou usar o GitHub como exemplo, por ser uma plataforma gratuita e extremamente popular na comunidade de desenvolvimento de software.
Eis o passo a passo:






Observe que cada elemento possui uma marcação especial representada dentro dos parênteses pelo símbolo #.
Esse é o grande trunfo dos markups HTML em um arquivo README: você pode gerar infinitas combinações e formatos. Vale lembrar também que é possível adicionar scripts em JS e applets (para alegria dos programadores “old school”).
Links úteis para complementar o entendimento e o uso correto dos arquivos README:
Olá, navegante de códigos!
Se você aqui chegou é porque, em algum momento, pesquisou ou foi redirecionado para algo relacionado com arquivos README.md.
Sem mais delongas, arquivos README existem desde os primórdios dos primeiros códigos escritos em compartilhamento. Não existe uma data precisa de quando isso surgiu, ou quem foi o primeiro programador a propor isso, mas o fato é que a existência desses arquivos surgiu justamente quando vários programadores interagiram sobre o mesmo código usando versionadores (Git / TortoiseSVN / outros).
Basicamente, a ideia de um arquivo README é fornecer ao usuário as informações básicas que ele precisa para ler, processar ou interagir com um determinado programa ou código fonte. Portanto, deve ser o primeiro arquivo que o usuário ou leitor daquele código fonte / produto deve se atentar.
Uma analogia bem comum e aceite é a comparação abaixo:
README > LEIA-ME PRIMEIRO > MANUAL DE INSTRUÇÕES
Cada plataforma ou produto geralmente tem um formato de arquivo próprio para tal. Na época do CD-ROM, esses arquivos geralmente possuíam a extensão “.txt”. Porém, com o passar do tempo e a crescente popularização das plataformas de versionamento de código (GitHub, GitLab, entre outras), a comunidade adotou a extensão “.md” como formato padrão.
Hoje, boa parte dos principais repositórios de códigos e também das páginas de fabricantes de software usam o formato “.md” combinado com markups de HTML, e essa combinação gera uma série de vantagens.
O uso de markups do HTML permite criar objetos interativos (animações, links, efeitos de texto, etc.).
Veja o exemplo abaixo:

Para aplicar este tipo de efeito, basta usar o trecho de código abaixo (modificando os atributos, obviamente 🙂):
Para visualizar o arquivo README completo, basta acessar o link:
Cada plataforma geralmente possui seu próprio mecanismo, porém para termos um ponto de partida, vou usar o GitHub como exemplo, por ser uma plataforma gratuita e extremamente popular na comunidade de desenvolvimento de software.
Eis o passo a passo:






Observe que cada elemento possui uma marcação especial representada dentro dos parênteses pelo símbolo #.
Esse é o grande trunfo dos markups HTML em um arquivo README: você pode gerar infinitas combinações e formatos. Vale lembrar também que é possível adicionar scripts em JS e applets (para alegria dos programadores “old school”).
Links úteis para complementar o entendimento e o uso correto dos arquivos README: