Não é novidade que a transformação digital está a acelerar e que as empresas estão à procura de formas eficazes e económicas de a acompanhar. O Nearshore IT Outsourcing tem vindo a responder a este desafio, uma vez que permite o acesso a especialistas de IT altamente especializados em países próximos, contratados a custos mais baixos, sem quaisquer barreiras culturais ou linguísticas.
Sendo expectável que o Nearshore continue a crescer nos próximos anos, é sempre uma boa altura para descobrirmos como este modelo de outsourcing surgiu, porque beneficia as organizações, os seus principais destinos, e como se espera que evolua no futuro.
O modelo de outsourcing Nearshore teve início no final do século XX, especialmente durante os anos 90, à medida que a Internet e as tecnologias de comunicação evoluíram e tornaram mais fácil para as empresas colaborarem eficazmente com equipas em diferentes países.
No entanto, foi durante a década de 2000 que o Nearshore realmente ganhou força, devido a graves crises financeiras (como a crise global de 2008) que obrigaram as empresas a reduzir custos. Nessa altura, a Europa de Leste e a América Latina tornaram-se os principais destinos Nearshore para as organizações da Europa Ocidental e da América do Norte, respetivamente, devido à sua mão de obra significativamente mais barata e ao fuso horário aproximado.
Este tipo de IT outsourcing traz várias vantagens às organizações, nomeadamente:
O Diretor de Nearshore da act digital, Gonçalo de Góis, tem provas claras dos benefícios do Nearshore: “Este modelo tem permitido aos nossos clientes obterem várias vantagens face a modelos tradicionais e locais, principalmente a entrega especializada de soluções técnicas e funcionais, juntamente com a redução e otimização de custos. Este modelo de parceria permite também uma menor rotatividade nas equipas dos nossos clientes, pois regista-se uma satisfação acrescida por parte dos colaboradores envolvidos, que valorizam a participação em projetos de sinergia multinacional, não só porque acedem às tendências e paradigmas tecnológicos mais recentes, mas também porque o trabalho é desenvolvido remotamente em fusos horários compatíveis, o que permite aos elementos envolvidos uma maior qualidade de vida, que se reflete na continuidade em projeto”, garante.
No que toca às áreas onde os nossos serviços Nearshore têm acrescentado mais valor, o desenvolvimento aplicacional, a engenharia de dados e a cibersegurança assumem a liderança. De acordo com Gonçalo de Góis, os clientes da act digital afirmam que o desenvolvimento destas áreas “permitiu-lhes a potenciação digital do seu negócio de uma forma mais ampla e célere”.
Existem várias formas de as empresas tirarem partido do Nearshore, dependendo das suas necessidades e objetivos comerciais. Cada modelo apresenta um conjunto único de benefícios e desafios:
As organizações podem expandir as suas equipas IT internas já existentes ao contratarem especialistas Nearshore.
Benefícios:
Desafios:
As empresas podem contratar, de raiz, uma equipa inteira a full-time para trabalhar exclusivamente nos seus projetos.
Benefícios:
Desafios:
Consiste na entrega de um projeto específico a um parceiro Nearshore sem ter de contratar uma equipa permanente.
Benefícios:
Desafios:
Para as organizações europeias, africanas e americanas que procuram serviços de IT Nearshore, e de acordo com o mais recente Global Services Location Index, estes são alguns dos principais destinos a considerar:
Gonçalo de Góis não tem dúvidas quanto ao potencial de crescimento do Nearshore. “O Nearshore irá continuar a crescer, principalmente nas geografias mais atrativas, como é o caso de Portugal, Marrocos e Polónia, países onde a act digital se encontra presente, principalmente devido à conciliação de salários atrativos, estilo de vida flexível, fluência linguística e o contacto com as tecnologias mais recentes – tudo isto converge num habitat ideal para formar equipas de trabalho experientes e com capacidade de apoiar clientes em qualquer ponto do planeta”, defende.
Os números batem certo: prevê-se que as receitas do mercado de IT outsourcing atinjam os 541 mil milhões de dólares em 2024 e os 812 mil milhões de dólares até 2029, a uma taxa de crescimento anual de 8,48%, segundo o Statista.
No que diz respeito aos tipos de serviços que provavelmente serão privilegiados, o nosso Diretor de Nearshore destaca as soluções de cibersegurança. “Sendo a segurança apontada como uma das principais preocupações a nível mundial, com a aceleração da transformação digital a tocar todos os setores de negócio vemos que os serviços de cibersegurança têm sido progressivamente mais procurados pelos nossos clientes, que procuram proteger-se das ameaças e vulnerabilidades com que se deparam diariamente na gestão do seu negócio digital. O modelo de Nearshore é a forma mais económica para o fazer”.
Especialistas a nível global também incluem o foco na ciência de dados no futuro do Nearshore, uma vez que a tomada de decisões baseada em dados é uma prioridade máxima para as empresas modernas. Este caminho conduzirá, naturalmente, ao desenvolvimento de mais ferramentas e tecnologias de Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML), numa tentativa de alcançar uma maior agilidade e inovação.
Não é novidade que a transformação digital está a acelerar e que as empresas estão à procura de formas eficazes e económicas de a acompanhar. O Nearshore IT Outsourcing tem vindo a responder a este desafio, uma vez que permite o acesso a especialistas de IT altamente especializados em países próximos, contratados a custos mais baixos, sem quaisquer barreiras culturais ou linguísticas.
Sendo expectável que o Nearshore continue a crescer nos próximos anos, é sempre uma boa altura para descobrirmos como este modelo de outsourcing surgiu, porque beneficia as organizações, os seus principais destinos, e como se espera que evolua no futuro.
O modelo de outsourcing Nearshore teve início no final do século XX, especialmente durante os anos 90, à medida que a Internet e as tecnologias de comunicação evoluíram e tornaram mais fácil para as empresas colaborarem eficazmente com equipas em diferentes países.
No entanto, foi durante a década de 2000 que o Nearshore realmente ganhou força, devido a graves crises financeiras (como a crise global de 2008) que obrigaram as empresas a reduzir custos. Nessa altura, a Europa de Leste e a América Latina tornaram-se os principais destinos Nearshore para as organizações da Europa Ocidental e da América do Norte, respetivamente, devido à sua mão de obra significativamente mais barata e ao fuso horário aproximado.
Este tipo de IT outsourcing traz várias vantagens às organizações, nomeadamente:
O Diretor de Nearshore da act digital, Gonçalo de Góis, tem provas claras dos benefícios do Nearshore: “Este modelo tem permitido aos nossos clientes obterem várias vantagens face a modelos tradicionais e locais, principalmente a entrega especializada de soluções técnicas e funcionais, juntamente com a redução e otimização de custos. Este modelo de parceria permite também uma menor rotatividade nas equipas dos nossos clientes, pois regista-se uma satisfação acrescida por parte dos colaboradores envolvidos, que valorizam a participação em projetos de sinergia multinacional, não só porque acedem às tendências e paradigmas tecnológicos mais recentes, mas também porque o trabalho é desenvolvido remotamente em fusos horários compatíveis, o que permite aos elementos envolvidos uma maior qualidade de vida, que se reflete na continuidade em projeto”, garante.
No que toca às áreas onde os nossos serviços Nearshore têm acrescentado mais valor, o desenvolvimento aplicacional, a engenharia de dados e a cibersegurança assumem a liderança. De acordo com Gonçalo de Góis, os clientes da act digital afirmam que o desenvolvimento destas áreas “permitiu-lhes a potenciação digital do seu negócio de uma forma mais ampla e célere”.
Existem várias formas de as empresas tirarem partido do Nearshore, dependendo das suas necessidades e objetivos comerciais. Cada modelo apresenta um conjunto único de benefícios e desafios:
As organizações podem expandir as suas equipas IT internas já existentes ao contratarem especialistas Nearshore.
Benefícios:
Desafios:
As empresas podem contratar, de raiz, uma equipa inteira a full-time para trabalhar exclusivamente nos seus projetos.
Benefícios:
Desafios:
Consiste na entrega de um projeto específico a um parceiro Nearshore sem ter de contratar uma equipa permanente.
Benefícios:
Desafios:
Para as organizações europeias, africanas e americanas que procuram serviços de IT Nearshore, e de acordo com o mais recente Global Services Location Index, estes são alguns dos principais destinos a considerar:
Gonçalo de Góis não tem dúvidas quanto ao potencial de crescimento do Nearshore. “O Nearshore irá continuar a crescer, principalmente nas geografias mais atrativas, como é o caso de Portugal, Marrocos e Polónia, países onde a act digital se encontra presente, principalmente devido à conciliação de salários atrativos, estilo de vida flexível, fluência linguística e o contacto com as tecnologias mais recentes – tudo isto converge num habitat ideal para formar equipas de trabalho experientes e com capacidade de apoiar clientes em qualquer ponto do planeta”, defende.
Os números batem certo: prevê-se que as receitas do mercado de IT outsourcing atinjam os 541 mil milhões de dólares em 2024 e os 812 mil milhões de dólares até 2029, a uma taxa de crescimento anual de 8,48%, segundo o Statista.
No que diz respeito aos tipos de serviços que provavelmente serão privilegiados, o nosso Diretor de Nearshore destaca as soluções de cibersegurança. “Sendo a segurança apontada como uma das principais preocupações a nível mundial, com a aceleração da transformação digital a tocar todos os setores de negócio vemos que os serviços de cibersegurança têm sido progressivamente mais procurados pelos nossos clientes, que procuram proteger-se das ameaças e vulnerabilidades com que se deparam diariamente na gestão do seu negócio digital. O modelo de Nearshore é a forma mais económica para o fazer”.
Especialistas a nível global também incluem o foco na ciência de dados no futuro do Nearshore, uma vez que a tomada de decisões baseada em dados é uma prioridade máxima para as empresas modernas. Este caminho conduzirá, naturalmente, ao desenvolvimento de mais ferramentas e tecnologias de Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML), numa tentativa de alcançar uma maior agilidade e inovação.