Imagina que estás sentado num café, a viajar de comboio ou à espera de um voo no aeroporto. Precisas de ler alguns e-mails, responder a um colega ou simplesmente trabalhar um pouco. Qual é a forma mais conveniente de acederes à internet? Wi-Fi público, claro. No entanto, essa conveniência não é tão apelativa assim quando consideras os riscos associados às redes Wi-Fi públicas. Agora, imagina que esta situação não acontece frequentemente apenas contigo, mas com todos os membros da tua empresa.
É por isso que, especialmente para as empresas, os modelos de trabalho remoto e híbrido podem ser desafiantes quando se trata de segurança online. Com um número crescente de pessoas (e funcionários) a utilizar ligações Wi-Fi públicas diariamente, é mais importante do que nunca compreender as ameaças subjacentes e como proteger eficazmente a informação. A boa notícia é que este artigo fornece as informações e dicas de que precisas para proteger o teu negócio.
O Wi-Fi público permite que os utilizadores acedam à internet gratuitamente. Estes hotspots – em 2022, mais de 500 milhões em todo o mundo e em crescimento – estão normalmente disponíveis em locais públicos como restaurantes, hotéis, centros comerciais, aeroportos, bibliotecas, escolas e transportes públicos.
A falta de encriptação por detrás deste tipo de rede torna-a um terreno fértil para hackers acederem às informações pessoais dos utilizadores. De forma simples, aceder a uma rede Wi-Fi pública pode ser comparado a colocar objetos pessoais num cacifo sem cadeado – qualquer pessoa pode abri-lo e vasculhar a nossa vida.
De facto, isto não é algo tão raro assim: num estudo realizado pela Forbes, 43% dos inquiridos afirmaram ter tido a sua segurança online comprometida ao utilizarem ligações Wi-Fi públicas, sendo os locais mais comuns para isso ter acontecido cafés/restaurantes, aeroportos e hotéis.
A pandemia da COVID-19 moldou, indiscutivelmente, o mundo dos negócios ao normalizar os modelos de trabalho remoto e híbrido. Embora isso traga uma incrível sensação de liberdade e flexibilidade, por outro lado também abre as portas para desafios complexos de cibersegurança.
No que diz respeito ao Wi-Fi público, o Chief Information Officer (CIO) da act digital, Filipe Lopes, argumenta que “os riscos e os motivos para não usar Wi-Fi público podem variar de acordo com a rede a que estamos ligados. Ou seja, todas as redes sem fios públicas apresentam riscos e ameaças, e escondem vários perigos para a privacidade e segurança de quem as utiliza”.
Segundo o Filipe, alguns dos riscos mais comuns são:
Num mundo ideal, a resposta simples seria: não estabelecer ligações a redes Wi-Fi públicas. No entanto, como é irrealista proibir as empresas de utilizarem redes Wi-Fi públicas, especialmente porque uma parte significativa dos trabalhadores remotos precisa de estar disponível a qualquer momento, a solução é apanhar a onda da forma mais segura possível.
Felizmente, podem ser tomadas várias medidas para proteger tanto os funcionários, como as empresas:
Tanto o Thiago Juliani como o Filipe Lopes concordam que um dos maiores desafios a considerar na gestão da infraestrutura de segurança de uma empresa é a correta parametrização da VPN. O Filipe acredita que “se não for garantido que os colaboradores conseguem aceder a tudo o que necessitam para desenvolver o seu trabalho, então esta medida pode ter um grande impacto negativo no dia a dia do colaborador e da própria empresa”.
Thiago Juliani vai mais longe e identifica os seguintes desafios:
Mesmo que as empresas superem estes desafios relacionados com a VPN e implementem todas as medidas preventivas mencionadas anteriormente, uma das coisas mais importantes e proativas que podem fazer é investir em soluções de cibersegurança eficazes, um serviço fornecido pela act digital. O objetivo é ser capaz de bloquear ou, eventualmente, neutralizar ameaças cibernéticas que possam surgir, quer sejam provenientes de redes Wi-Fi públicas, ou de qualquer outra fonte.
“A tendência é, sem dúvida, o aumento da oferta de redes Wi-Fi públicas ao público em geral”, acredita o Filipe Lopes. “No entanto”, acrescenta, “com este aumento as empresas serão obrigadas a implementar cada vez mais soluções de segurança (VPN, monitorização, bloqueio de acesso a informação por dispositivos desconhecidos à empresa, etc.) e a sensibilizar os seus colaboradores para os riscos existentes nas ligações a redes Wi-Fi públicas, de forma a evitar o roubo de dados empresariais.”
Thiago Juliani também está otimista quanto ao papel que as soluções de segurança irão desempenhar no futuro. Segundo o Senior Security Advisor da act digital, estas são algumas das tendências que se esperam futuramente:
*Wi-Fi 6 é a sexta geração de Wi-Fi, que tem como objetivo conectar os utilizadores à internet de forma mais eficiente e rápida. Alcança uma velocidade máxima de 9,6 Gbps, enquanto o Wi-Fi 5 oferece um máximo de 3,5 Gbps.
Agora que estás mais familiarizado com os riscos de utilizar redes Wi-Fi públicas, os desafios futuros e as possíveis soluções para os superar, estás muito mais preparado para desenvolver uma estratégia de segurança sólida para a tua empresa, como forma de proteger a tua informação, recursos e funcionários. Pronto para começar?
Imagina que estás sentado num café, a viajar de comboio ou à espera de um voo no aeroporto. Precisas de ler alguns e-mails, responder a um colega ou simplesmente trabalhar um pouco. Qual é a forma mais conveniente de acederes à internet? Wi-Fi público, claro. No entanto, essa conveniência não é tão apelativa assim quando consideras os riscos associados às redes Wi-Fi públicas. Agora, imagina que esta situação não acontece frequentemente apenas contigo, mas com todos os membros da tua empresa.
É por isso que, especialmente para as empresas, os modelos de trabalho remoto e híbrido podem ser desafiantes quando se trata de segurança online. Com um número crescente de pessoas (e funcionários) a utilizar ligações Wi-Fi públicas diariamente, é mais importante do que nunca compreender as ameaças subjacentes e como proteger eficazmente a informação. A boa notícia é que este artigo fornece as informações e dicas de que precisas para proteger o teu negócio.
O Wi-Fi público permite que os utilizadores acedam à internet gratuitamente. Estes hotspots – em 2022, mais de 500 milhões em todo o mundo e em crescimento – estão normalmente disponíveis em locais públicos como restaurantes, hotéis, centros comerciais, aeroportos, bibliotecas, escolas e transportes públicos.
A falta de encriptação por detrás deste tipo de rede torna-a um terreno fértil para hackers acederem às informações pessoais dos utilizadores. De forma simples, aceder a uma rede Wi-Fi pública pode ser comparado a colocar objetos pessoais num cacifo sem cadeado – qualquer pessoa pode abri-lo e vasculhar a nossa vida.
De facto, isto não é algo tão raro assim: num estudo realizado pela Forbes, 43% dos inquiridos afirmaram ter tido a sua segurança online comprometida ao utilizarem ligações Wi-Fi públicas, sendo os locais mais comuns para isso ter acontecido cafés/restaurantes, aeroportos e hotéis.
A pandemia da COVID-19 moldou, indiscutivelmente, o mundo dos negócios ao normalizar os modelos de trabalho remoto e híbrido. Embora isso traga uma incrível sensação de liberdade e flexibilidade, por outro lado também abre as portas para desafios complexos de cibersegurança.
No que diz respeito ao Wi-Fi público, o Chief Information Officer (CIO) da act digital, Filipe Lopes, argumenta que “os riscos e os motivos para não usar Wi-Fi público podem variar de acordo com a rede a que estamos ligados. Ou seja, todas as redes sem fios públicas apresentam riscos e ameaças, e escondem vários perigos para a privacidade e segurança de quem as utiliza”.
Segundo o Filipe, alguns dos riscos mais comuns são:
Num mundo ideal, a resposta simples seria: não estabelecer ligações a redes Wi-Fi públicas. No entanto, como é irrealista proibir as empresas de utilizarem redes Wi-Fi públicas, especialmente porque uma parte significativa dos trabalhadores remotos precisa de estar disponível a qualquer momento, a solução é apanhar a onda da forma mais segura possível.
Felizmente, podem ser tomadas várias medidas para proteger tanto os funcionários, como as empresas:
Tanto o Thiago Juliani como o Filipe Lopes concordam que um dos maiores desafios a considerar na gestão da infraestrutura de segurança de uma empresa é a correta parametrização da VPN. O Filipe acredita que “se não for garantido que os colaboradores conseguem aceder a tudo o que necessitam para desenvolver o seu trabalho, então esta medida pode ter um grande impacto negativo no dia a dia do colaborador e da própria empresa”.
Thiago Juliani vai mais longe e identifica os seguintes desafios:
Mesmo que as empresas superem estes desafios relacionados com a VPN e implementem todas as medidas preventivas mencionadas anteriormente, uma das coisas mais importantes e proativas que podem fazer é investir em soluções de cibersegurança eficazes, um serviço fornecido pela act digital. O objetivo é ser capaz de bloquear ou, eventualmente, neutralizar ameaças cibernéticas que possam surgir, quer sejam provenientes de redes Wi-Fi públicas, ou de qualquer outra fonte.
“A tendência é, sem dúvida, o aumento da oferta de redes Wi-Fi públicas ao público em geral”, acredita o Filipe Lopes. “No entanto”, acrescenta, “com este aumento as empresas serão obrigadas a implementar cada vez mais soluções de segurança (VPN, monitorização, bloqueio de acesso a informação por dispositivos desconhecidos à empresa, etc.) e a sensibilizar os seus colaboradores para os riscos existentes nas ligações a redes Wi-Fi públicas, de forma a evitar o roubo de dados empresariais.”
Thiago Juliani também está otimista quanto ao papel que as soluções de segurança irão desempenhar no futuro. Segundo o Senior Security Advisor da act digital, estas são algumas das tendências que se esperam futuramente:
*Wi-Fi 6 é a sexta geração de Wi-Fi, que tem como objetivo conectar os utilizadores à internet de forma mais eficiente e rápida. Alcança uma velocidade máxima de 9,6 Gbps, enquanto o Wi-Fi 5 oferece um máximo de 3,5 Gbps.
Agora que estás mais familiarizado com os riscos de utilizar redes Wi-Fi públicas, os desafios futuros e as possíveis soluções para os superar, estás muito mais preparado para desenvolver uma estratégia de segurança sólida para a tua empresa, como forma de proteger a tua informação, recursos e funcionários. Pronto para começar?