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SRE na Era da Eficiência Tecnológica

Desvendando o potencial transformador da Site Reliability Engineering (SRE)

Por Fabio Nascimento, Head of Cloud Computing na act digital

Em um mundo empresarial marcado por desafios sem precedentes, a busca pela eficiência tornou-se uma obsessão. O "Ano da Eficiência", segundo Mark Zuckerberg, trouxe consigo a necessidade imperativa de otimizar recursos e maximizar a produtividade, especialmente nos setores de tecnologia. Neste artigo, mergulharemos no fascinante universo do Site Reliability Engineering (SRE) e seu papel como catalisador de eficiência nas operações de TI.

Em meio a um cenário de crise financeira global, a adoção de SRE emerge como uma estratégia brilhante para empresas que buscam eficiência e redução de custos. O SRE não é apenas uma metodologia; é uma revolução na gestão de operações de TI, projetada para otimizar a produtividade e resolver problemas rapidamente aprimorando a experiência do cliente e impulsionando os resultados de negócios.

A tecnologia é sempre um ativo estratégico: capacitando as empresas a serem ágeis, inovadoras e competitivas. Vamos explorar, juntos, como o SRE pode desbloquear todo o seu potencial e impulsionar a revolução na Gestão de Operações de TI.

Eficiência por meio da automação

A eficiência começa com a eliminação das atividades manuais, também conhecidas como "Toil". Implementar automações inteligentes em suas operações de TI não apenas reduz os riscos de erros operacionais, mas também agiliza a resolução de incidentes. Ao permitir que a tecnologia cuide das tarefas repetitivas, as equipes podem se concentrar em projetos estratégicos que impulsionam o crescimento do negócio.

Cultura colaborativa e práticas de DevOps

O SRE não se limita a uma abordagem técnica; ele promove uma cultura colaborativa. A sinergia entre equipes de desenvolvimento e operações, apoiada por práticas avançadas de DevOps, é essencial. Isso resulta em uma maior agilidade, alinhamento de objetivos e, o mais importante, confiabilidade aprimorada. O SRE é uma filosofia que transcende a tecnologia e influencia a maneira como as equipes trabalham juntas e – não à toa – de acordo com o relatório de pesquisa conduzido pela Market Research Future (MRFR), esse mercado de DevOps deve alcançar uma taxa de crescimento de 23,95% entre 2023 e 2030, com projeção para atingir aproximadamente 56,2 bilhões de dólares até o final de 2030. 

Não existe agilidade plena sem DevOps e Cloud Computing, e se não há a adoção de práticas de SRE, há um risco considerável da operação de tecnologia passar por grandes instabilidades. Por isso, elenquei aqui três tópicos que precisam ser pensados quando o assunto é SRE:

1. Monitoração proativa e observabilidade

A monitoração proativa é o coração do SRE. Ao aprimorar a utilização de ferramentas de monitoração e investir em observabilidade, as empresas serão de detectar problemas antes que eles se transformem em incidentes catastróficos. Isso não apenas reduz o tempo de inatividade, mas também aumenta a qualidade do serviço, proporcionando uma experiência mais confiável aos clientes.

2. Otimização automatizada da infraestrutura

A automação não se limita apenas às tarefas operacionais. A infraestrutura também pode ser otimizada por meio de scripts de Infrastructure as Code (IaC). Isso não apenas acelera o provisionamento de recursos, mas também aumenta a resiliência do ambiente, contribuindo para uma operação mais robusta.

3. Redução dos custos operacionais

Em um período de crise financeira, cada centavo economizado é valioso. O SRE não apenas aumenta a eficiência operacional, mas também reduz os custos. Com menos incidentes e menos recursos dedicados a tarefas manuais, sua organização pode direcionar seus recursos para áreas estratégicas.

A jornada de adoção do SRE

Cada empresa está em um estágio diferente de maturidade em relação às operações de tecnologia. O SRE não é uma solução única para todos, mas uma abordagem flexível que se ajusta às necessidades específicas de cada organização. Para alcançar o sucesso, consideramos quatro pilares fundamentais para uma adoção bem-sucedida: estabilização do ambiente; engenharia de software; monitoração e observabilidade; cultura e melhores práticas.

Ser eficiente num momento frágil e incerto como o que estamos vivendo demanda muito mais do que pequenas ações, com pouco investimento ou mesmo sem foco. Na era da eficiência tecnológica, o SRE é um farol que guia as empresas em busca da excelência operacional. Para saber mais, continue explorando nossos artigos e descubra como podemos ajudar sua organização a alcançar a eficiência tecnológica e prosperar na era da eficiência.

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Fábio Nascimento

Head of Cloud Computing

22.11.2023
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