Em busca de eficiência, bancos avançam da experimentação para a IA aplicada a operações críticas 

Com atuação em 19 dos 20 maiores bancos privados do Brasil, Act Digital aponta avanço de projetos de modernização, hiperpersonalização, automação inteligente e uso de IA em processos críticos. 

O mercado financeiro está entre os setores que mais avançam no uso de inteligência artificial, mas ainda enfrenta um desafio comum às grandes organizações: transformar pilotos e casos isolados em soluções integradas aos fluxos críticos do negócio. Segundo o relatório “State of AI in Business 2025”, do MIT NANDA, mais de 80% das empresas já testaram ou pilotaram soluções de IA generativa, mas apenas 5% conseguiram implementar essas iniciativas em escala nos fluxos críticos de negócio. O estudo também aponta que serviços financeiros seguem entre os segmentos com alta atividade de pilotos, mas ainda com baixa transformação estrutural efetiva. 

Nesse cenário, bancos e seguradoras têm ampliado os investimentos em modernização tecnológica, integração de dados e automação inteligente para acelerar ganhos de eficiência operacional e melhorar a experiência do cliente. Para a Act Digital, multinacional de tecnologia AI-first com atuação em 12 países, o setor entrou em uma nova etapa: a da IA operacional, em que o foco deixa de ser apenas a experimentação e passa a ser a geração de resultados concretos, com escala, governança e integração aos sistemas existentes. 

Com presença significativa no setor de serviços financeiros, a companhia tem acompanhado de perto o movimento das instituições em direção à hiperpersonalização, evolução de modelos de crédito, integração omnichannel e automação de processos críticos. 

“A discussão deixou de ser apenas experimentar inteligência artificial. O mercado agora busca como escalar essas iniciativas com governança, segurança, qualidade de dados e impacto real nas áreas de negócio”, afirma Frederic Martineau, sócio e CTO da Act Digital. 

Segundo o executivo, embora a IA generativa tenha acelerado o interesse das empresas nos últimos anos, muitas organizações ainda enfrentam desafios estruturais para transformar pilotos em soluções escaláveis. Entre os principais gargalos estão sistemas legados, dados fragmentados, baixa integração entre plataformas, dificuldade de medir retorno e adaptação das equipes a novos modelos de trabalho com IA. 

A Act Digital atua em projetos voltados à modernização de arquitetura tecnológica, cloud, engenharia de dados, desenvolvimento de software e implementação de soluções de IA aplicadas a operações críticas do setor financeiro. A empresa trabalha com bancos, seguradoras e grandes instituições financeiras em modelos que vão desde squads especializadas até operações gerenciadas de longo prazo. 

“O setor financeiro brasileiro possui um dos ambientes mais avançados do mundo em digitalização, Open Finance e canais conversacionais. Ao mesmo tempo, é um mercado extremamente pressionado por eficiência, experiência do cliente, segurança e velocidade de adaptação”, afirma Martineau. 

Entre as principais demandas observadas pela empresa estão projetos relacionados à automação de backoffice, prevenção a fraudes, integração de canais, personalização da jornada do cliente, modernização de plataformas e uso de agentes de IA para ganho de produtividade e eficiência operacional. 

Outro movimento identificado pela Act é a aproximação cada vez maior entre tecnologia e áreas de negócio dentro das instituições financeiras. “Antes, muitas discussões ficavam concentradas na área de tecnologia. Hoje, a IA envolve produtos, operações, atendimento, risco e eficiência operacional. Deixou de ser apenas uma agenda do CIO e passou a ser uma pauta estratégica da organização.”, afirma o executivo. 

Com mais de 6.000 impactors (como denominam seus colaboradores) e operação em 12 países, a Act Digital aposta em um modelo de atuação baseado em proximidade com o cliente,conhecimento aplicado de tecnologia, velocidade e escala de execução para apoiar grandes organizações em jornadas de transformação digital e IA. “As empresas estão buscando parceiros que consigam unir visão estratégica e capacidade real de implementação. O desafio não é mais discutir o potencial da IA, mas transformar esse potencial em valor concreto, sustentável e mensurável para o negócio”, conclui Martineau. 

Com atuação em 19 dos 20 maiores bancos privados do Brasil, Act Digital aponta avanço de projetos de modernização, hiperpersonalização, automação inteligente e uso de IA em processos críticos. 

O mercado financeiro está entre os setores que mais avançam no uso de inteligência artificial, mas ainda enfrenta um desafio comum às grandes organizações: transformar pilotos e casos isolados em soluções integradas aos fluxos críticos do negócio. Segundo o relatório “State of AI in Business 2025”, do MIT NANDA, mais de 80% das empresas já testaram ou pilotaram soluções de IA generativa, mas apenas 5% conseguiram implementar essas iniciativas em escala nos fluxos críticos de negócio. O estudo também aponta que serviços financeiros seguem entre os segmentos com alta atividade de pilotos, mas ainda com baixa transformação estrutural efetiva. 

Nesse cenário, bancos e seguradoras têm ampliado os investimentos em modernização tecnológica, integração de dados e automação inteligente para acelerar ganhos de eficiência operacional e melhorar a experiência do cliente. Para a Act Digital, multinacional de tecnologia AI-first com atuação em 12 países, o setor entrou em uma nova etapa: a da IA operacional, em que o foco deixa de ser apenas a experimentação e passa a ser a geração de resultados concretos, com escala, governança e integração aos sistemas existentes. 

Com presença significativa no setor de serviços financeiros, a companhia tem acompanhado de perto o movimento das instituições em direção à hiperpersonalização, evolução de modelos de crédito, integração omnichannel e automação de processos críticos. 

“A discussão deixou de ser apenas experimentar inteligência artificial. O mercado agora busca como escalar essas iniciativas com governança, segurança, qualidade de dados e impacto real nas áreas de negócio”, afirma Frederic Martineau, sócio e CTO da Act Digital. 

Segundo o executivo, embora a IA generativa tenha acelerado o interesse das empresas nos últimos anos, muitas organizações ainda enfrentam desafios estruturais para transformar pilotos em soluções escaláveis. Entre os principais gargalos estão sistemas legados, dados fragmentados, baixa integração entre plataformas, dificuldade de medir retorno e adaptação das equipes a novos modelos de trabalho com IA. 

A Act Digital atua em projetos voltados à modernização de arquitetura tecnológica, cloud, engenharia de dados, desenvolvimento de software e implementação de soluções de IA aplicadas a operações críticas do setor financeiro. A empresa trabalha com bancos, seguradoras e grandes instituições financeiras em modelos que vão desde squads especializadas até operações gerenciadas de longo prazo. 

“O setor financeiro brasileiro possui um dos ambientes mais avançados do mundo em digitalização, Open Finance e canais conversacionais. Ao mesmo tempo, é um mercado extremamente pressionado por eficiência, experiência do cliente, segurança e velocidade de adaptação”, afirma Martineau. 

Entre as principais demandas observadas pela empresa estão projetos relacionados à automação de backoffice, prevenção a fraudes, integração de canais, personalização da jornada do cliente, modernização de plataformas e uso de agentes de IA para ganho de produtividade e eficiência operacional. 

Outro movimento identificado pela Act é a aproximação cada vez maior entre tecnologia e áreas de negócio dentro das instituições financeiras. “Antes, muitas discussões ficavam concentradas na área de tecnologia. Hoje, a IA envolve produtos, operações, atendimento, risco e eficiência operacional. Deixou de ser apenas uma agenda do CIO e passou a ser uma pauta estratégica da organização.”, afirma o executivo. 

Com mais de 6.000 impactors (como denominam seus colaboradores) e operação em 12 países, a Act Digital aposta em um modelo de atuação baseado em proximidade com o cliente,conhecimento aplicado de tecnologia, velocidade e escala de execução para apoiar grandes organizações em jornadas de transformação digital e IA. “As empresas estão buscando parceiros que consigam unir visão estratégica e capacidade real de implementação. O desafio não é mais discutir o potencial da IA, mas transformar esse potencial em valor concreto, sustentável e mensurável para o negócio”, conclui Martineau. 

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